sábado, 18 de agosto de 2012

DORES... CALADAS?



Recebi via e-mail, este alerta, que estava na porta de um consultório. Desconheço a autoria, porém me tocou  e compartilho-o com nossos leitores.
A  vida nos responde conforme nossa postura perante os percalços e as dificuldades.
O aprendizado é diário, orai e vigiai!


A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as
aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O  corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é  reto, existem curvas chamadas
Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução
chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de
reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom
seguro chamado FÉ, abundante combustível chamado Paciência.
Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamadoDEUS.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

POEMAS E FLORES



Junquilhos

Nessa tarde mimosa de saudade 
Em que eu te vi partir, ó meu amor, 
Levaste-me a minh'alma apaixonada 
Nas folhas perfumadas duma flor. 

E como a alma, dessa florzita, 
Que é minha, por ti palpita amante! 
Oh alma doce, pequenina e branca, 
Conserva o teu perfume estonteante! 

Quando fores velha, emurchecida e triste, 
Recorda ao meu amor, com teu perfume 
A paixão que deixou e qu'inda existe... 

Ai, dize-lhe que se lembre dessa tarde, 
Que venha aquecer-se ao brando lume 
Dos meus olhos que morrem de saudade! 


Crisântemos

Sombrios mensageiros das violetas,
De longas e revoltas cabeleiras;
Brancos, sois o casto olhar das virgens
Pálidas que ao luar, sonham nas eiras.

Vermelhos, gargalhadas triunfantes,
Lábios quentes de sonhos e desejos,
Carícias sensuais d´amor e gozo;
Crisântemos de sangue, vós sois beijos!

Os amarelos riem amarguras,
Os roxos dizem prantos e torturas,
Há-os também cor de fogo, sensuais…

Eu amo os crisântemos misteriosos
Por serem lindos, tristes e mimosos,
Por ser a flor de que tu gostas mais!

Florbela Espanca - A mensageira das violetas

Florbela Espanca, batizada como Flor Bela de Alma da Conceição Espanca, foi uma poetisa portuguesa. A sua vida, de apenas trinta e seis anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O BRASIL QUE NÃO SE ENXERGA



Eu sempre digo aos amigos, aqueles que costumam ficar deslumbrados com discurso fácil, que o pior dano contra a população de um país não é necessariamente a incompetência nem a corrupção, mas, sobretudo, a destruição dos valores da família e da sociedade. E o mais grave é o mau exemplo, como também a péssima influência dos poderosos no comportamento das pessoas, especialmente os que contam com os aplausos até dos organismos que têm a obrigação de cuidar para que isso não aconteça.

Este blog tem como propósito trocar ideias e agregar pessoas, geralmente focando em conteúdos positivos. Por esse motivo, peço licença para utilizar informações e imagens que destoam do que tem sido apresentado aqui.

No Brasil há cerca de 192 milhões de habitantes, segundo o CENSO do IBGE. 
Entre 0,6% à 1% são população de rua.
É uma variação que calcula novos moradores de rua e os que deixam de morar na rua. Em números, há até 1,8 milhões de moradores de rua em todo o território brasileiro.
O alcoolismo e as drogas são as razões que levam a maioria dessas pessoas a morar na rua e isso fica evidente nas imagens dos "moradores" das cracolândias que se formam em todo o país. 


Programas de transferência de renda lançados há mais de uma década criaram condições para amenizar esse quadro. Mas, desde então, nada tem sido feito além de um encontro no final de ano, quando há um espetáculo de exploração da miséria, muito oba-oba e nenhuma ação que retire essas pessoas da condição de escória da sociedade.

  
O que temos, na verdade, são castas que nem constam nos índices das pesquisas divulgadas nos noticiários, como acontece com a pauta ufanista do pleno emprego. Questionei alguns economistas pelo twitter a esse respeito e a única resposta que obtive foi a de que "aqueles que não procuram emprego não são desempregados". A que ponto chega a mediocridade em nosso país com esse tipo de análise!

A propaganda vende a ideia de que o Brasil está "bombando" e ignora o sofrimento das pessoas. O que importa à elite no poder são os números do mercado financeiro. Esse, porém, não é o retrato da realidade que vemos no desespero das famílias endividadas, nas filas dos hospitais, nas ruas, principalmente nas cracolândias onde se encontram seres humanos que já perderam a identidade, o caráter e a alma.
Em algumas localidades, as autoridades buscam medidas que nem sempre funcionam porque há quem recrimine a interferência do poder público na vida dessas pessoas. São ONGs e partidos políticos que defendem o que chamam de "liberdade" daqueles que são escravos do vício.

Eu pergunto, que liberdade tem um dependente de drogas?
Que capacidade de escolha tem alguém cuja razão já foi destruída?
A princípio é, sim, uma questão de escolha. A questão é saber quanta “dor e sofrimento” o seu prazer suicida pode provocar a terceiros, incluindo seus familiares e suas possíveis vítimas.
Que culpa tem quem resistiu ou optou por outro caminho mais saudável e realmente livre?  


Os ocupantes das cracolândias são tratados como intocáveis e muito barulho ainda vai atrapalhar a atuação das autoridades e de algumas instituições que tentam resgatar aqueles que aceitam ajuda. 
Entretanto, isso tudo pode mudar se enxergarmos nessas criaturas "seres humanos", não apenas atração para um espetáculo que mistura o exibicionismo mórbido de quem louva a miséria com a vaidade de quem se considera "proprietário" do destino dessas pessoas, mas isso exige um trabalho que ultrapassa a indiferença para com a vida degradante dos que vivem à margem da sociedade. 


O acolhimento é o primeiro passo (e ninguém tem o direito de proibir) em direção à inclusão e ao resgate da auto-estima, oferecendo oportunidades que possam romper com o perverso ciclo vicioso do assistencialismo.

sábado, 11 de agosto de 2012

FELIZ DIA DOS PAIS


As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
— como são belas as tuas mãos —
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre cólera dos justos...

Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...

Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos.

E é, ainda, a vida
que transfigura das tuas mãos nodosas...
essa chama de vida — que transcende a própria vida...
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma...

(Mario Quintana)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

MAIOR JARDIM DO MUNDO

Algumas ruas e avenidas de minha cidade são corredores por onde passa a brisa do mar, deixando pelo caminho o ar refrescante e perfumado das flores do extenso jardim da orla.
A natureza é a mais bela obra que há, o Criador pensou em tudo, mas deu um toque especial ao criar as flores. 
Penso, então, quão admirável é a inspiração do homem quando permite que sua porção divina, à imagem e semelhança do Pai, crie maravilhas como os jardins de Santos.

Confiram matéria do jornal local - A Tribuna

Maior do mundo, jardim da orla de Santos é o favorito dos visitantes


O jardim da orla de Santos é o maior do mundo, de acordo com o Livro dos Recordes, com 5.335 metros de comprimento e largura entre 45 e 50 metros. Ao todo, são 815 canteiros, com várias espécies, das quais se destacam os lírios amarelos e brancos, biris vermelhos e crisântemos brancos, amarelos e mesclados.

Em 28 de junhodo ano passado, toda essa beleza foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat).
A proteção inclui os dois calçadões (o contíguo à faixa de areia e o paralelo à avenida), a ciclovia, os canteiros, as árvores e as palmeiras.

Embora o primeiro trecho dos jardins tenha sido construído em 1930, a ideia de erguê-lo já havia sido explicitada pelo engenheiro Saturnino de Brito em 1914.
Em 1921, inclusive, ele publicou uma carta aberta ao então presidente da República, Epitácio Pessoa, solicitando a proteção da área.
Na época havia uma especulação imobiliária que defendia o loteamento da área para a construção de cassinos e cabines de banho.

Mas o primeiro trecho de jardim foi construído em traçado retilíneo, a partir de um movimento liderado por Vicente de Carvalho, o Poeta do Mar.
Já o formato curvilíneo que o jardim hoje apresenta data de 1960 e foi projetado pelo engenheiro Armando Martins Clemente.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Cantos e Encantos em Santos

Não é bairrismo, mas as belezas de nosso país merecem destaque.
A Baixada Santista, no estado de São Paulo, tem história e preserva sua cultura e suas tradições. 
Há uma série de eventos e pontos turísticos que convidam moradores e visitantes a uma volta ao passado.

Santos, porém, também é presente na qualidade de vida e nas conquistas que contagiam o mundo, afinal, quem não se encanta com os meninos da Vila?

Terra abençoada, berço de cidadãos ilustres que são referências nos diversos setores da atividade humana.
Aqui nasceram ou se projetaram personalidades como Mário Covas, Pelé, o campeão olímpico Rogério Sampaio, Martins Fontes, Benedito Calixto, José Bonifácio, entre muitos outros.
Apreciem sem moderação:

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

QUANDO ME AMEI DE VERDADE...



As mais lindas flores - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.


Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.


Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.


Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.


Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.


Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.


Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.


Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.


Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin